Análise Detalhada
1. Violação no Controle de Oferta (11 de agosto de 2025)
Resumo: Um “caminho de rebase” inativo no código do LEASH gerou inesperadamente 10.765 novos tokens (~10% da oferta), contrariando a promessa de oferta fixa.
O código manteve uma funcionalidade antiga que permitia contratos pré-autorizados ajustarem a oferta, mesmo após garantias públicas de que o rebase (alterações automáticas na oferta) havia sido desativado em 2021. Isso causou uma queda de 30% no preço e levantou preocupações sobre riscos de centralização.
O que isso significa:
Essa situação é negativa para o LEASH, pois abala a confiança na escassez do token e revela vulnerabilidades ocultas no código. Os detentores atuais enfrentam diluição, e a transparência da equipe é questionada.
(Fonte)
2. Proposta LEASH v2 (14 de agosto de 2025)
Resumo: Os desenvolvedores propuseram migrar para o LEASH v2 – um novo contrato que elimina a mecânica de rebase – para evitar futuras alterações não autorizadas na oferta.
A atualização depende da aprovação da DAO e envolverá código auditado, fixando permanentemente a oferta em 118.411 tokens (107.646 originais + 10.765 recentes). Os detentores atuais poderão trocar seus tokens na proporção 1:1.
O que isso significa:
Essa proposta é neutra a positiva para o LEASH, pois resolve os riscos relacionados à oferta no longo prazo, mas depende de uma execução sem problemas. O sucesso depende da participação da DAO e da ausência de falhas técnicas na migração.
(Fonte)
Conclusão
Os problemas no código do LEASH evidenciam os riscos de manter códigos antigos em projetos baseados em memes. Embora a proposta LEASH v2 possa restaurar a credibilidade, a viabilidade do token agora depende da eficácia da governança descentralizada. A DAO do Shiba Inu conseguirá entregar soluções rápidas ou a confiança continuará a diminuir?