Últimas Notícias Sobre Tether USDt

By CMC AI
26 August 2025 08:46PM (UTC+0)

Qual é o próximo passo no roteiro do USDT?

TLDR

O roadmap do Tether USDt foca na otimização da infraestrutura, expansão estratégica e conformidade regulatória.

  1. Descontinuação do Suporte a Blockchains Legadas (1º de setembro de 2025) – Encerramento do suporte ao USDT em cinco blockchains antigas para simplificar operações.

  2. Lançamento da Blockchain Stable (4º trimestre de 2025) – Blockchain dedicada para transações USDT com taxas zero.

  3. Reentrada no Mercado dos EUA (4º trimestre de 2025) – Novo stablecoin compatível com as regulamentações do GENIUS Act.

  4. Expansão da Mineração de Bitcoin (Em andamento) – Parcerias de mineração com energia renovável no Brasil.


Análise Detalhada

1. Descontinuação do Suporte a Blockchains Legadas (1º de setembro de 2025)

Visão geral:
O Tether vai descontinuar o suporte ao USDT nas redes Omni Layer, Bitcoin Cash SLP, Kusama, EOS e Algorand, congelando os tokens restantes nessas blockchains após essa data. Essas redes representam menos de 0,1% dos USDT em circulação, que somam US$ 167 bilhões (anúncio do Tether).

O que isso significa:
Essa medida é neutra para o USDT, pois elimina custos com infraestruturas pouco usadas, mas pode causar fragmentação temporária da liquidez. Usuários precisam migrar seus tokens para blockchains suportadas, como Ethereum ou Tron, para evitar perdas permanentes.


2. Lançamento da Blockchain Stable (4º trimestre de 2025)

Visão geral:
O Tether está desenvolvendo a “Stable”, uma blockchain otimizada para transações USDT, com taxas zero, compatibilidade com EVM (Ethereum Virtual Machine) e arquitetura em duas camadas para melhor escalabilidade (Coingeek).

O que isso significa:
Essa novidade é positiva para o USDT, pois pode consolidar a liquidez, reduzir a dependência de blockchains terceiras e aumentar a utilidade em finanças descentralizadas (DeFi). Os riscos envolvem a adoção da nova rede e a concorrência com soluções já existentes de camada 2.


3. Reentrada no Mercado dos EUA (4º trimestre de 2025)

Visão geral:
O Tether planeja lançar um stablecoin específico para os EUA, em conformidade com o GENIUS Act, que exige reservas 1:1 em dinheiro ou títulos do Tesouro e auditorias independentes (CCN).

O que isso significa:
Essa iniciativa é positiva para a empresa-mãe do USDT, pois abre acesso ao mercado americano de stablecoins, avaliado em US$ 28 bilhões. Porém, pode dispersar o foco da adoção global do USDT e aumentar a concorrência com o USDC.


4. Expansão da Mineração de Bitcoin (Em andamento)

Visão geral:
A parceria do Tether com a Adecoagro visa utilizar energia renovável para mineração de Bitcoin no Brasil, alinhada à estratégia de reservas de BTC superiores a US$ 600 milhões (detalhes do MoU).

O que isso significa:
Essa ação é neutra para o USDT, mas positiva para a diversificação do Tether. Ajuda a proteger contra riscos regulatórios e apoia a segurança da rede Bitcoin. Os riscos envolvem possíveis atrasos na infraestrutura energética.


Conclusão

O roadmap do Tether prioriza eficiência (descontinuação de blockchains antigas), inovação (blockchain “Stable”) e alinhamento regulatório (expansão nos EUA). Essas iniciativas fortalecem sua posição no mercado, mas o sucesso depende da migração tranquila dos usuários e da aprovação regulatória.

Pontos para observar: Será que a entrada do Tether no mercado dos EUA vai diminuir sua agilidade em mercados emergentes ou impulsionar uma nova fase de adoção institucional?

Quais são as últimas novidades sobre USDT?

TLDR

A Tether navega entre desafios regulatórios e ampliações do ecossistema enquanto o USDT consolida sua liderança. Confira as últimas novidades:

  1. GENIUS Act impulsiona crescimento das stablecoins (21 de agosto de 2025) – Oferta de USDT cresce US$ 7 bilhões após clareza regulatória nos EUA.

  2. Tether contrata estrategista cripto de Trump (19 de agosto de 2025) – Bo Hines lidera expansão nos EUA em meio a esforços de conformidade.

  3. Integração TRON-MetaMask amplia utilidade do USDT (19 de agosto de 2025) – Mais de 100 milhões de usuários acessam USDT na rede TRON de forma simples.

Análise Detalhada

1. GENIUS Act impulsiona crescimento das stablecoins (21 de agosto de 2025)

Resumo: A GENIUS Act, sancionada nos EUA em 18 de julho de 2025, exige que stablecoins tenham lastro 1:1 em dinheiro ou títulos públicos. Essa clareza regulatória provocou um aumento de US$ 18 bilhões na oferta global de stablecoins em um mês, com o USDT crescendo 4,3% (US$ 7 bilhões), totalizando US$ 167 bilhões em circulação. A Tether também lançou a Arc, uma blockchain Layer 1 focada no USDC.
O que isso significa: A lei fortalece a legitimidade do USDT e sua adoção institucional, mas limita modelos que geram rendimento (como o USDe) nos EUA, o que indiretamente reforça a liderança da Tether no mercado. (The Defiant)

2. Tether contrata estrategista cripto de Trump (19 de agosto de 2025)

Resumo: A Tether nomeou Bo Hines, ex-estrategista cripto da Casa Branca, para liderar o relacionamento regulatório e o desenvolvimento de produtos nos EUA. Essa contratação está alinhada com os planos de lançar uma stablecoin institucional em conformidade no quarto trimestre de 2025.
O que isso significa: A iniciativa mostra a intenção da Tether de se adaptar à supervisão regulatória americana sob a GENIUS Act e de enfrentar o ceticismo sobre a transparência de suas reservas. No entanto, críticos alertam para riscos legais remanescentes relacionados a auditorias passadas. (AMBCrypto)

3. Integração TRON-MetaMask amplia utilidade do USDT (19 de agosto de 2025)

Resumo: A integração nativa da TRON na MetaMask permite que mais de 100 milhões de usuários acessem o USDT na rede TRON (com US$ 82 bilhões em circulação) para DeFi, staking e pagamentos, sem a necessidade de pontes (bridges).
O que isso significa: Essa novidade é positiva para o USDT, ampliando seus casos de uso em transações com baixas taxas e reforçando a TRON como a principal rede para stablecoins. O aumento da liquidez pode impulsionar uma adoção institucional ainda maior. (NullTX)

Conclusão

O crescimento do USDT depende da conformidade regulatória, contratações estratégicas e integrações no ecossistema. Enquanto a GENIUS Act consolida sua liderança, a concorrência de stablecoins focadas em rendimento e moedas digitais de bancos centrais (CBDCs) representa um desafio. Será que a estratégia da Tether nos EUA conseguirá superar as dúvidas sobre suas reservas?

Qual é a atualização mais recente no código-fonte do USDT?

TLDR

As atualizações no código do Tether USDt (USDT) focam em ampliar a interoperabilidade, descontinuar redes antigas e lançar uma blockchain dedicada.

  1. Lançamento da Blockchain Stable (14 de julho de 2025) – Blockchain personalizada para transações, taxas e liquidações em USDT.

  2. Integração com a Rede Bitcoin (12 de junho de 2025) – Transações USDT via Taproot Assets e Lightning Network.

  3. Descontinuação das Redes Legadas (1 de setembro de 2025) – Fim do suporte ao USDT nas redes Omni, Algorand e outras três.

Análise Detalhada

1. Lançamento da Blockchain Stable (14 de julho de 2025)

Visão Geral: A Tether lançou sua própria blockchain, chamada Stable, criada exclusivamente para transações em USDT. Essa blockchain substitui as taxas de gás por USDT e busca unificar a liquidez fragmentada entre diferentes redes.
A arquitetura da Stable é em duas camadas: uma cadeia pública para liquidações e uma Plasma Chain para microtransações, usando um mecanismo de consenso próprio chamado StableBFT. Isso reduz a dependência de redes terceiras como Ethereum ou Tron.
O que isso significa: É uma notícia positiva para o USDT, pois simplifica transferências entre redes, diminui custos de transação e concentra a liquidez. (Fonte)

2. Integração com a Rede Bitcoin (12 de junho de 2025)

Visão Geral: O USDT passou a ser compatível com o protocolo Taproot Assets do Bitcoin, permitindo a tokenização na camada base do Bitcoin e liquidações instantâneas via Lightning Network.
Essa integração permite que o USDT aproveite a segurança do Bitcoin, oferecendo transações rápidas e de baixo custo, ideais para micropagamentos e aplicações DeFi.
O que isso significa: É uma notícia neutra para o USDT, pois amplia os casos de uso, mas enfrenta concorrência das soluções nativas de segunda camada do Bitcoin. (Fonte)

3. Descontinuação das Redes Legadas (1 de setembro de 2025)

Visão Geral: A Tether vai encerrar o suporte ao USDT nas redes Omni, Algorand, Bitcoin Cash SLP, EOS e Kusama, congelando os tokens restantes após essa data.
Essa decisão vem após a queda na atividade nessas redes (menos de 0,1% do fornecimento total de USDT) e prioriza redes com maior escalabilidade e engajamento dos desenvolvedores.
O que isso significa: É uma notícia negativa para usuários dessas redes antigas, mas positiva a longo prazo, pois a Tether vai direcionar recursos para ecossistemas mais rápidos e seguros. (Fonte)

Conclusão

As atualizações da Tether indicam uma mudança estratégica para maior autonomia (com a blockchain Stable) e integração com o Bitcoin, ao mesmo tempo em que eliminam redes menos eficientes. Essas mudanças visam melhorar a utilidade do USDT em DeFi, pagamentos internacionais e uso institucional. A grande questão é: a adoção da Stable vai superar o domínio do Ethereum e Tron nas transações com USDT?

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